sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

RENASCIMENTO E MONALISA



Arte e Moda: Renascimento

Renascimento. Renascença: ato ou efeito de renascer, vida nova. Fim da Idade Média, início dos tempos modernos. Idade de ouro das letras e das artes. Movimento artístico e científico dos séculos XV e XVI, que perdurou de 1400 a 1560. Período de grande desenvolvimento comercial e urbano.

domingo, 11 de novembro de 2018

HETEROSSEXUALIDADE DE VIDRO

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heterossexualidade
/cs/
substantivo feminino
  1. condição ou caráter de heterossexual.

"A heterossexualidade tem sido identificada, ao longo da história e na maioria das civilizações, como a normal ou natural, decorrendo diretamente da função biológica relacionada com o instinto sexual reprodutor sendo tudo o resto anormal ou antinatural"   Via Google

       Regina Guerreiro já havia alertado, faz tempo: "a maioria, no Brasil,  crê que moda é assunto de mulher ou de homossexual." 

      A convivência com homossexuais talentosos nas redações de revistas femininas e na produção de editoriais de moda,   me levou a escrever o livro "Nasci Gay", que infelizmente não consegui editar em papel. Tornou-se,  (digo uma vez mais) um livro-blog, graças à colaboração de um designer incrível, talentoso, chamado Antonio Kvalo.  
 Para ler, basta acessar: www.http://nascigay.blogspot.com.br  

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

OS PÉS CONTAM HISTÓRIAS



Participei , escrevendo dois capítulos, do livro  "Sapatos - 1900-2008) organizado por Perla Nahum e Fernando de Barros (in Memoriam).
Os pés brasileiros contam histórias desde o momento em que aqui chegaram os portugueses e encontraram os índios nus e.... descalços. 
 Descalços também viviam os escravos. Vale lembrar que o Brasil só libertou seus escravos em 1888.  Sapatos eram de uso limitado, restrito aos nobres e à burguesia, já que os escravos, vale novamente destacar, só podiam andar descalços.  
De acordo com o historiador Luis Edmundo "são extintos, quebrados a martelo, por decreto de D.Maria (que entrou para a historia como  "A louca") todos os teares do Brasil no ano de 1780/81, sendo que se proíbe aos governadores o recebimento em audiência, de pessoas vestindo roupas feitas com tecidos não fabricados na Metrópole (...)  Até os sapateiros não podiam trabalhar em couro que não tivesse vindo da longínqua Metrópole. Na época, toda cultura que a nobreza e a burguesia nacional calçavam, toda cultura que vestiam, toda cultura que era lida, vinha da Europa.
 E nos dias de hoje as pessoas continuam com a mesma cabeça...






Escaneado: capa da revista Carta Capital, edição de 3 de dezembro de 2003; nota sobre os sapatos exibidos no Museu da História Militar em Dresden, na Alemanha. Exposição: "Sapatos dos Mortos - Dresden e o Holocausto reverencia a memória dos cidadãos judeus que foram transportados das estações de trem de Dresdren para os campos de concentração nazistas." (nota publicada no jornal O Globo) e mais: capa do livro "Sapatos: crônica de uma Sedução - 1900-2008" edição em comemoração dos 40 anos da Francal. E abaixo, alguns textos, algumas reflexões que copiei do facebook e aqui colei.







https://www.facebook.com/coleguinhas.univos/photos/a.573197389485483/1166331683505381/?type=3&eid=ARDAE2eq8hSDbQSrOM0njQQBDz9r1Ba6bOnwLJ8I2YQn56athPC-ui3TasFzuuI1I0Lvp22tUW-M_xwX&__xts__%5B0%5D=68.ARAin-zKznS72mbbyKUMDTHvgmN1DtyNfK3xTLoK9hWTwHprdd7VouyRR7kojcpZVfmwSC41iDjk85yqYsppU7nLlhir5D1fTxj91aIkn38j85iHM5oszeAGtXFE2wEFikfEmntV6DZc46i_xLJ2zUPx9K0Jm5b6Zq_DY0e6ZSZsR_XiJVPE4JHdyuj-abiyG4jTckoNNuHdq4E5nQfVzSXbk9EIbYCiigS3imj2U3vd3vqfAgfGrXk&__tn__=EEHH-R - Seremos todos e todas escravos de ganho?







Clinicas médicas populares, proliferando na zona sul. Uma pergunta: se há atendimento por R$ 55,00 por que há atendimentos só por planos de saúde caríssimos ou para poucos, atendimentos por hum mil reais com médicos que inclusive dispensam trabalhar para planos?  Desigualdade nos pés e no corpo, através da desigualdade na saúde, alimentação, etc. Desigualdade é a tônica? Gerar desigualdades faz parte da cultura nacional? 








Essa é Dorothy Counts, a primeira mulher negra a entrar em uma “escola de brancos” nos EUA , em 1957. Todos riram e zombaram dela por sua cor.
No Brasil a presença de negros no ensino superior é algo recente e se depender do presidente eleito, o sistema de cotas está com os dias contados. Espero que ele sugira algo mais eficiente para romper um dos elos do periodo mais triste da história do Brasil que foi a escravidão. Facebook - 06/11/2017 - Postado pelo Ronaldo Fraga, estilista mineiro, membro da Academia Brasileira da Moda - ABM.



João Lopes

14 h
Eu digo sempre: muito do empresariado brasileiro parece que é anticapitalista. Prefere perder um enorme mercado interno só para não dar poder aquisitivo a 150 milhões de pessoas.
Para esses anticapitalistas, basta a reduzida classe média branca.
Por absoluto ódio de classe, não querem vender suas bugigangas para o maior número de pessoas, não querem lucro, preferem fechar suas indústrias e lojas a deixar que a "negraiada" e a "nordestinada" possam consumir. (...)  facebook - copiado e colado - 05-06/11/2018

Se é ame-o ou deixe-o, quero dizer que já deixei faz muito tempo.Tenho pouquíssimo interesse pessoal no Brasil. Não gosto do Brasil; é mais honesto dizer. Eu gosto é da brasilidade, essa comunidade de sentidos, afetos, sonoridades, rasuras, contradições, naufrágios, ilhas fugidias. identidades inviáveis, subversões cotidianas, voo de arara e picada de maribondo, saravá e samba. Coisas que o Brasil, o estado colonial brasileiro delimitado em marcos territoriais, a burocracia, a República, como a Monarquia, odeiam. Essa arte de viver na síncopa, no drible, na dobra do tambor, na oração dos romeiros, na dança lenta de Oxalufã, nas delicadezas do Reisado, nas rodas de cirandas, nas oferendas do Divino, na suavidade dos sons bonitos, no esporro dos tambores e na imponência calada das gameleiras. O Brasil tem verdadeiro horror da brasilidade, essa bruma incerta que une os marujos da nau sem rumo, a filha das putas, dos fodidos, dos lanhados, dos exterminados, dos encantados, contra o vento, contra o rei, contra a lei, contra o altíssimo, contra a foice, o facão, o canhão e o arado. Eu já deixei o Brasil - esse empreendimento horroroso de morte e desencanto - faz tempo e fui morar, arriar padê e cuspir marafo na encruzilhada da brasilidade, a sua maior inimiga.
Texto: Luiz Antonio Simas

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

NOSSA HISTÓRIA É VERMELHA

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"1500- Pedro Alvares Cabral chega ao Brasil e envia embarcação pra Portugal com carta de Pero Vaz de Caminha e amostras de produtos, principal: Pau Brasil. 
1501 - O Pau Brasil começa a ser explorado, como corante, cor vermelha, pela Coroa Portuguesa.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

VERMELHO É A COR DA VIDA

  

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Vermelho remete à felicidade, fortuna, força, amor, paixão energia.

Vermelho é a primeira cor que os bebês enxergam e a maioria das crianças acabam tendo o vermelho como sua cor preferida.

domingo, 9 de setembro de 2018

A FONTE DA CULTURA NO DIA-A-DIA

Quando o português chegou Debaixo duma bruta chuva Vestiu o índio Que pena! Fosse uma manhã de sol O índio tinha despido O português.... Frase de Oswald de Andrade.



      Traduzir no vestir, sua aldeia. Transformar histórias em roupas, em estética. 
       A história, segundo Elisa Lucinda, é um passado que educa o presente. 
      A construção de uma brasilidade pode nos devolver uma felicidade possível. 
      Brincar com os símbolos, usar os símbolos como uma expressão, uma estética. 
     

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

NUNCA É TARDE PARA ESTAR NO PALCO

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"A vida é como a vela: para iluminar é preciso queimar. A vela que ilumina é uma vela alegre. A luz é alegre. Mas a vela que ilumina é uma vela que morre. É preciso morrer para iluminar. (...) Há velas felizes cuja chama só se apaga quando toda cera foi derretida. Mas há velas cuja chama é subitamente apagada por um golpe de vento.(...) Rubem Alves - www.rubemalves.com.br 

A Velhice não deixa de ser uma percepção que varia no tempo", afirma, sabiamente, Graça Lago. Digo sabiamente, porque durante um longo tempo, o jovem era tido como "adulto imperfeito". Ou seja, enquanto não amadurecia, vestia roupas infantis ou se vestia  feito um adulto sem ser - exemplo o quadro "As meninas" de Diego Velazquez (pintado em 1656 e retrata a família de Felipe IV).
     Foi a partir dos anos 60, com a revolução dos costumes, que a moda jovem passou a dominar o mundo ocidental. E o jogo foi invertido: ainda hoje, em certas culturas,  é "proibido envelhecer".
       Estados Unidos e o Brasil estão liderando as cirurgias plásticas no mundo ocidental. Mas cabe ao Brasil liderar a plástica nos glúteos, leia-se bumbum/bunda. Assim como cabe à industria de lingerie nacional a criação das calcinhas com "enchimento" na bunda, para aumentar o tamanho do bumbum, que fica semelhante a uma bunda de criança usando fraldas....Há gosto para tudo.