sábado, 23 de maio de 2015
A MULHER BRASILEIRA E A MÍDIA
Acima, um anúncio da Associação Nacional dos Jornais - ANJ - cujo texto diz o seguinte:
"As mulheres já representam, hoje, metade dos leitores de jornal. Um público que não pára de crescer e, muito menos, de consumir.
quinta-feira, 14 de maio de 2015
MODA ESTADUNIDENSE - 1990- 1999
A última década do milênio é uma das mais extremas. Ela se iniciou com uma recessão no mercado norte-americano e se aproximou do seu fim apresentando um dos mais fortes mercados da história.
Assim que se iniciaram os anos 90, morre, quase simbolicamente, a legendária editora de moda Diane Vreeland. Os fronts da moda enxergam o estilo "inacabado" sustentado, em parte, pelo grunge e sua desconstrução. O próximo passo é aparar, despojando o minimalismo praticado por Helmut Lang, Calvin Klein, Jill Sander e Ann Demeulemeester.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
MODA ESTADUNIDENSE 1980-1989
As leis do grande capital: esta é uma era de notável consumo. Estilista norte-americanos como, por exemplo, Ralph Lauren, Calvin Klein e Donna Karan consolidam grifes que levam os seus nomes.
Ronald Reagan como presidente da república determina o "tom" do novo conservadorismo da sociedade, que exibe elegância e festas extravagantes, com luxo.
sábado, 25 de abril de 2015
MODA ESTADUNIDENSE 1970-1979
Um dos mais "insultados" periodos da moda e ironicamente um dos mais revisitados é a década de 70, frequentemente chamada de "a década do gosto perdido".
Trata-se de uma época de excessos, quando a auto-indulgência levou ao consumismo e as pessoas dão um impulso aos limites do hedonismo.
A cultura das drogas se converte num fenômeno de massa. Liberdade sexual é um grito, um brado revigorado.O feminismo ganha terreno. Os clássicos se tornam "fora de moda". As cores são extravagantes; os sapatos são altos e perigosos; as silhuetas são exageradas.O gosto é temporariamente derrotado.
O escritor e jornalista Tom Wolfe apelidou os anos 70 de "a década do eu" (me decade), referindo-se aos excesso de auto-referência: "Olhe o meu jeans estilizado, bem agarrado ao corpo!" - "Olhe para mim na discoteca, esta noite ..." Durante 33 meses, após ter sido inaugurada em 1977, o Studio 54 tornou-se o epicentro do estilo, misturando celebridades do mundo das artes, da moda e da sociedade.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
MODA ESTADUNIDENSE 1960-1969
Os anos 60 foram uma das décadas mais cheias de impactos. Eles presenciaram a impulsividade da moda e as mudanças de estilo de vida que refletem as emoções da época.
sexta-feira, 10 de abril de 2015
MODA ESTADUNIDENSE 1950-1959

Do New Look à saia poodle; do Hula-Hoops para a TV: os anos 50 são "gordos", fabulosos, ainda que tenham como cenário (ou pano de fundo) o conflito da Coréia e a Guerra Fria. Dinheiro fácil e invenções que economizam tempo e fazem as coisas ficarem mais fáceis, além de alimentarem o otimismo.
Prosperidade, consumismo voraz e produção em massa chegam como resultados (ou consequências) da Segunda Grande Guerra. O retorno da força de trabalho masculina e o subsequente baby boom. As mulheres deixam as linhas de montagem das fábricas e se tornam adeptas da vida nos distritos/subúrbios (ou bairros residenciais na periferia) onde elas são definidas pelos seus papéis como mães e donas-de-casa.
De repente, as pessoas têm dinheiro e tempo para gastá-lo. E gastar elas sabem. Gastam livremente na compra de carros, viagens, na organização de coquetéis e festas, em churrascos e atividades de lazer. Da geladeira à televisão ou na última moda prêt-à-porter: agora tudo isto é atingível. E no fim dos anos 50, a indústria de roupas é a terceira maior indústria norte-americana.
terça-feira, 7 de abril de 2015
UMA REFLEXÃO PELA ESCRITORA SONIA SANT'ANNA
http://r7.com/woT5


" Conversávamos uma amiga e eu
sobre a discriminação de que foi vítima o filho negro de um editor
norte-americano por estar parado em atitude suspeita diante de uma butique de
luxo na rua Oscar Freire em São Paulo – qualquer atitude de um menino negro de
pé diante de uma butique de luxo será sempre considerada suspeita. E como
assunto puxa assunto, passamos a falar de outros tipos de discriminação
praticados pelas lojas de moda. Menos graves que o racismo, mas assim mesmo
reprováveis.
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