Cabelo crespo,cabelo pixaim, cabelo ruim: preconceito que, infelizmente ainda vigora. A estética branca é dominante, determinante para o padrão de beleza nacional. O racismo tem efeito perverso sobre os afrodescendentes que são a maioria da população brasileira.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
BELEZA NEGRA
Cabelo crespo,cabelo pixaim, cabelo ruim: preconceito que, infelizmente ainda vigora. A estética branca é dominante, determinante para o padrão de beleza nacional. O racismo tem efeito perverso sobre os afrodescendentes que são a maioria da população brasileira.
terça-feira, 13 de setembro de 2016
ESTÉTICA GLOBAL DO BRASIL
Nos anos 70 comecei a trabalhar, como estagiária, na (extinta) Bloch Editores. Certo dia, o Roberto Barreira, diretor-editorial da Bloch Editores e da revista Desfile me perguntou se eu aceitaria trabalhar produzindo imagens, produzindo fotos de moda. Eu perguntei ao Roberto Barreira o que era aquilo, produção de fotos, pois nunca tinha ouvido falar nada sobre o assunto nas aulas, em grande maioria contendo apenas teorias, que tinha na faculdade de comunicação da UFF (Universidade Federal Fluminense). Roberto me disse de pronto: "é informar através da imagem". Topei, na hora
E fiz parte da editoria de moda que foi, então, formada na Bloch Editores, em meados da década de 70, que tinha como editora Gilda Chataignier e como subeditora Isa Goldberg. E aí não parei mais. Meus primeiros trabalhos foram nas revistas "Sétimo Céu" e "Amiga" que produziam inclusive fotonovelas nacionais. Coube a mim, no inicio, produzir moda com as atrizes que trabalhavam na TV Globo.
As primeiras produções foram realizadas com roupas de então conhecidas confecções, que muitas vezes presenteavam atrizes com peças de suas grifes. Foi o período que pode ser definido como pré-lançamento de moda pelas novelas.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
CAMELÔS DA MODA


Senhor Zeca inventou, junto com a sua esposa que é costureira, o pareô/canga que vira bolsa, ou vice-versa: a bolsa que vira canga/pareô. Disse que a sua invenção, já devidamente patenteada, trouxe uma certa tranquilidade financeira, pois tem inclusive exportado para a Espanha, Portugal e para alguns países da nossa América do Sul e também para a América Central.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
ANOS 50: OLHANDO PELO BURACO DA FECHADURA
Fecho os olhos e revejo, com detalhes, a cena que ocorreu há
algumas décadas, no século XX: No quarto, com três camas,
Rachel e Sandra conversam,
enquanto eu, com apenas seis anos, ouço e
presto atenção em cada detalhe da conversa.
Enquanto falam, elas trocam de roupa: é hora de vestir a
camisola, para dormir.
De repente, minha irmã Rachel ouve um barulho e
abre a porta. Do lado de fora, nas pontas dos pés, está nosso
irmão Marcelo, olhando pelo buraco da fechadura. Rachel dá
uma bronca bem-humorada e a partir de então, elas passam a
deixar pendurado um sutiã com enchimento de espuma, na
altura do buraco da fechadura.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
O PODER INFORMATIVO DA CAMISETA
quarta-feira, 27 de julho de 2016
A SINGELA OMISSÃO DOS MODERNISTAS
(....) O grande fato cultural brasileiro dos anos 20 do século XX foi a Semana de Arte Moderna de 1922, que ocorreu, em São Paulo, entre os dias 13 e 17 de fevereiro e contou com revolucionários da literatura e da poesia, como Graça Aranha, Ronald de Carvalho, Sergio Milliet, Mário de Andrade e Oswald de Andrade, na pintura e escultura: Anita Malfatti,l Di Cavalcanti, Tarsila de Amaral, Victor Brecheret, na música: Villa-Lobos, Guiomar Novaes e outros.
A maioria dos participantes da Semana tinha sua filiação ideológica às vanguardas artísticas europeias, como, por exemplo, o futurismo, o dadaismo, o cubismo e o expressionismo. E durante a realização da Semana de Arte Moderna todos os participantes se vestiram à moda européia. Foram modelos do estilista francês Paul Poiret, com seu caimento gênero túnica, que possuía um quê de helênico, que a pintora Tarsila de Amaral traz em sua mala, quando aqui desembarca para participar da Semana de Arte Moderna. Ou seja, discutiu-se na Semana de 1922 a questão da brasilidade em diversas áreas culturais e até na culinária. Mas hora alguma se questionou a nossa maneira de vestir "ditada então pela França" já que os próprios criadores da Semana de Arte Moderna se vestiram, o tempo todo, respeitando os parâmetros estéticos franceses.
A SINGELA OMISSÃO DOS MODERNISTAS
(....) O grande fato cultural brasileiro dos anos 20 do século XX foi a Semana de Arte Moderna de 1922, que ocorreu, em São Paulo, entre os dias 13 e 17 de fevereiro e contou com revolucionários da literatura e da poesia, como Graça Aranha, Ronald de Carvalho, Sergio Milliet, Mário de Andrade e Oswald de Andrade, na pintura e escultura: Anita Malfatti,l Di Cavalcanti, Tarsila de Amaral, Victor Brecheret, na música: Villa-Lobos, Guiomar Novaes e outros.
A maioria dos participantes da Semana tinha sua filiação ideológica às vanguardas artísticas europeias, como, por exemplo, o futurismo, o dadaismo, o cubismo e o expressionismo. E durante a realização da Semana de Arte Moderna todos os participantes se vestiram à moda européia. Foram modelos do estilista francês Paul Poiret, com seu caimento gênero túnica, que possuía um quê de helênico, que a pintora Tarsila de Amaral traz em sua mala, quando aqui desembarca para participar da Semana de Arte Moderna. Ou seja, discutiu-se na Semana de 1922 a questão da brasilidade em diversas áreas culturais e até na culinária. Mas hora alguma se questionou a nossa maneira de vestir "ditada então pela França" já que os próprios criadores da Semana de Arte Moderna se vestiram, o tempo todo, respeitando os parâmetros estéticos franceses.
Assinar:
Postagens (Atom)



